Depois, deitados no sofá que milagrosamente ainda nos sustentava, nossos corpos ainda entrelaçados, ela aninhada contra meu peito com a cabeça no lugar exato onde meu coração batia, eu percebi algo que não havia formulado antes.
— Sabe o que eu descobri hoje? — Perguntei, meus dedos percorrendo as costas dela em traços lentos e preguiçosos.
— O quê? — Ela ergueu o rosto para me olhar, o queixo apoiado no meu peito, os olhos ainda brilhando.
— Que eu prefiro o homem que sou com você.
Ela franziu