O som da madeira sendo quebrada ecoou como um tiro na casa silenciosa. Vozes masculinas, firmes e autoritárias, gritavam ordens que minha mente não conseguia processar.
A luz de uma lanterna cortou a penumbra do quarto, iluminando o corpo de Dorian no chão, a pistola ainda enrolada em seus dedos inertes.
— Meu Deus. — Alguém sussurrou, e o som pareceu vir de muito longe.
Eu estava ainda algemada à cama, encolhida em posição fetal, meus pulsos sangrando onde as algemas tinham cortado a carne.
Di