Capítulo 213
Luna Castellini
A batida contagiante da música da boate que já alcançava nossos ouvidos do lado de fora, agora estava ainda mais envolvente. O ar dentro da boate era denso, uma mistura inebriante de perfume caro, suor alheio e a promessa elétrica de uma noite que mal havia começado. As luzes coloridas cortavam a escuridão, pintando os rostos da multidão em flashes de neon roxo e vermelho.
— Anda, Luna! Se a gente ficar parada na porta, a noite acaba e a gente nem viu a pista! — Lia