Larissa já havia vivido naquela ilha isolada por vários meses e, tirando o barco de suprimentos que aparecia ocasionalmente, quase não havia ninguém por perto.
Todos os dias, o que a acompanhava eram apenas o vento do mar, salgado e áspero, e, de vez em quando, aves marinhas que passavam voando do lado de fora da janela.
A vida sozinha ainda lhe parecia relativamente confortável. No começo, Larissa ainda se lembrava ocasionalmente do que tinha vivido na Mansão dos Freitas, mas, depois, aos pouco