Agora estamos em um carro, a caminho de Havana, a cidade onde nasci. Meus olhos percorrem as paisagens lá fora, e parece que Cuba não mudou em nada desde que fui embora.
— Amor, onde iremos ficar?
— Na sua casa.
— Minha casa? — pergunto, virando-me para ele. Nesse momento, Vince, que está mamando no meu colo, solta um resmungo.
— Sim, a casa onde cresceu. Na verdade, a casa original já não existe. Quando comprei o terreno, ela já havia sido demolida. Mas o resto continua lá. Reconstruí uma nova