Alberto
O toque do meu celular me faz abrir uma brecha de olho, resmungando em seguida por conta da luz do dia que invade o quarto. Imediatamente olho para o relógio em cima do criado mudo e dou um salto brusco, sentindo-me no colchão.
— Porra!!! — rosno saltando para fora da cama. Val acorda atordoada.
— Cacete! — rosna, livrando-se imediatamente do lençol e sai da cama em um pulo e eu paro todo o meu alvoroço, encarando perplexo.
— Boca suja! — implico. Ela dá de ombros.
— Estamos muito atrasa