Aurora
Eu continuei ali, deitada de bruços na cama imensa de Rodolfo, sentindo o meu corpo inteiro pulsar e tremer enquanto me recuperava daquele maremoto de prazer. A sensação de preenchimento ainda queimava de forma gostosa na minha intimidade, e a minha respiração aos poucos ia voltando ao normal. O ar fresco do quarto parecia gelado na minha pele suada, e a respiração pesada do meu marido, que tinha se afastado devagar, indicava que ele também estava recuperando o fôlego na penumbra.
Mas a