“Sim. É verdade.”
A voz de Jeremy saiu vazia, a cabeça ainda enterrada nas mãos, e fiquei paralisada na porta dele, alguma parte de mim ainda esperando, mesmo agora, que ele conseguisse encontrar um jeito de explicar isso em algo menos condenável.
“Fala direito,” eu disse. “Olha para mim e fala.”
Ele ergueu a cabeça devagar, os olhos com as bordas vermelhas, exaustão e vergonha entalhadas em cada linha do rosto.
“Eu planejei o escândalo,” ele disse. “Tudo. As bebidas, o momento certo, avisando