Assim que pisou no palácio, Ederson marchou direto para o seu escritório particular. Trancando a porta, ele deu vazão ao monstro que guardava no peito. Em um surto de fúria cega, começou a arremessar e destruir tudo o que encontrava pela frente. Vasos de porcelana voavam contra as paredes, papéis importantes eram rasgados e móveis eram virados. Suas veias saltavam grossas no pescoço e na testa enquanto ele gritava, incapaz de conter a humilhação que sofrera.
— Droga! Como isso foi acontecer?! —