A carruagem continuava sua jornada pela antiga Estrada da Lua enquanto o céu, antes iluminado pela lua cheia, começava a ser coberto por nuvens densas. A luz prateada desaparecia pouco a pouco, mergulhando a floresta em uma escuridão inquietante.
Sarah permanecia em silêncio, observando o reflexo do próprio rosto na pequena janela de vidro. Mal reconhecia a jovem que via diante de si.
Em poucos dias, sua vida havia sido completamente transformada.
Primeiro, a rejeição.
Depois, a Marca da Lua.
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