Mundo de ficçãoIniciar sessãoSinto dedos cutucarem persistentemente meu ombro. Quando me viro, vejo Cléo. Sinto o cheiro do salgado mordido em sua outra mão e vejo seus lábios oleosos se moverem quando diz:
— Preciso das chaves do teu carro.
— Para quê? — rasgo a embalagem de 6 cervejas e as organizo na primeira caixa térmica.
— Está mal estacionado. Vem mais carros. — coloca o que sobrou do salgado sobre a língua e mastiga.