Simão tinha uma mão clara e elegante que se estendia diante dela, com uma aparência agradável aos olhos.
Porém, por trás dessa beleza, era como se uma fera gelada saltasse em suas pontas dos dedos, algo perigoso.
Clara deu um passo para trás instintivamente, mas a outra mão dele se estendeu e apoiou-se na parede atrás dela.
Era um dilema.
Clara ficou tensa, pressionada contra a parede, mas afastar-se não ajudaria a aumentar a distância entre os dois.
Suas mãos, uma na frente e outra atrás,