Já era três e meia da manhã quando ele enfiou a chave na porta destrancando-a e girou a maçaneta entrando. Tudo estava escuro, tudo estava silencioso quando ele se arrastou para dentro. havia apenas a iluminação fraca e indireta em alguns pontos, no entanto, havia um lugar da casa que tinha uma luz um pouco mais forte, acesa, indicando a presença de alguém ali: a cozinha.
Sinceramente? ele gelou. Estava um tanto desleixado, sabia que deveria estar cheirando a álcool, afinal estava embriagado,