Estacionei o carro na porta da nossa ala, saindo às pressas dele, deixando a porta aberta e caminhei a passos largos em direção ao nosso espaço. Minha mente ainda operava na frequência fria daquele galpão em Nápoles. Meus ombros carregavam o peso invisível do carregamento perdido, do traidor que executei sem piedade e dos milhões de euros que Lúcia movimentava para proteger nossos ativos. O cheiro de pólvora e da chuva fina da rua parecia impregnado na minha pele. Mas bastou eu cruzar a porta e