Dentro do quarto, sozinha com Riccardo, descobri o verdadeiro medo. Aquele que parece doer na alma. O que sorri na nossa cara nos afrontando por poder tirar o que temos de mais importante. E não gostei dele.
Mais uma vez os segundos pareceram horas infinitas de espera, aumentando minha angústia. Não sei quantas vezes olhei para o relógio digital que fica na mesa de apoio ao lado da cama, vendo os números mudando com a lentidão pior que de uma lesma. Desesperada por ver a cama ensopada com o sa