Cap.143
O sequestrador chutou a porta da frente, o corpo tenso pela adrenalina.
Ele deu o primeiro passo para fora, parando no batente da casa. O ar da tarde parecia parado, quase opressor. Ele esperava a calma da rua, o vazio da calçada e van branca que já o esperava por ele, o triunfo de ter conseguido o que queria.
Mas, ao focar seus olhos, o mundo desabou.
A rua não estava vazia.
Três vans pretas grandes paradas, com os faróis apagados, bloqueavam o horizonte como monólitos silenciosos.
Nin