O telefone vibrava na mão de Leonardo.
No visor permanecia apenas uma palavra.
DANIEL.
Ninguém se movia.
O projetor ainda iluminava a parede do armazém com a imagem congelada de Matteo.
O silêncio era tão intenso que o som da chamada parecia ecoar por todo o galpão.
Valentina foi a primeira a falar.
— Atenda.
Leonardo deslizou o dedo sobre a tela.
— Daniel.
Do outro lado, ouviu apenas a respiração pesada.
Depois de alguns segundos, a voz finalmente surgiu.
Baixa.
Controlada.
Mas carregando uma