Do outro lado, Helena permanecia deitada de lado, de costas para ele com os olhos fechados. Mas o sono não vinha.
Ela conseguia sentir a presença de Eduardo mesmo à distância. O leve toque das teclas do notebook e a consciência constante de que ele estava ali tão perto, mas ao mesmo tempo tão distante.
O coração dela batia mais rápido do que deveria. E, Helena começou a perceber que o verdadeiro perigo talvez não fosse Eduardo continuar frio e distante. Mas sim o momento em que ele deixava de