Assim que a porta se fechou atrás deles, caminharam lado a lado pelo corredor do hospital. O ambiente estava relativamente vazio naquele horário. Foi Eduardo quem quebrou o silêncio primeiro.
— Vejo que você tem vindo aqui com frequência.
A voz dele permanecia controlada, mas fria. Bruno lançou-lhe um olhar breve antes de responder com tranquilidade:
— Helena está passando por um momento difícil. Achei que ela precisava de apoio.
Eduardo manteve os olhos fixos à frente.
— Apoio?
— Sim. — respon