Caí no chão, minha mochila deslizando pelo chão polido do corredor.
Pude sentir uma onda de dor no meu pulso, tendo atingido o chão com força, imediatamente o embalei no meu peito. Pelo menos não foi a pior dor que eu já senti.
"Ah, droga, sinto muito", disse uma voz rouca e preocupada.
Olhei para cima e vi um menino, talvez dezesseis anos, olhando para mim com a mão estendida. Mas não foi a queda que me chocou em silêncio, mas sim seus olhos.
Eles eram como orbes dourados derretidos,