O mundo voltou devagar.
Primeiro, foi o cheiro.
Ervas amargas, madeira antiga, algo metálico no fundo do ar. Depois, o som, um silêncio pesado, quebrado apenas por uma respiração profunda, irregular, vinda de algum lugar perto demais.
Melia abriu os olhos com dificuldade.
A luz era baixa, filtrada por cortinas claras que balançavam suavemente com o vento. O quarto era familiar. As paredes de pedra clara, os símbolos de proteção entalhados acima da porta, a cama larga demais para um quarto comum