Mundo de ficçãoIniciar sessãoFitei o carro sumindo ao longe, ainda acenando caso minha irmã continuasse me vendo e, de repente, senti uma súbita vontade de contar sobre a novidade para Mari, imaginando que “doida” como ela era, certamente ficaria muito feliz, não conseguindo pensar nas consequências e responsabilidades que eu criança acarretaria.
No fundo, eu não podia culpa-la, assim como não podia culpar Lia, elas amavam crianças e isso não era de todo ruim, tirando o fato de que ambas viam apenas a parte fofa







