─ Vamos jantar?
─ Sim, estou faminta.
Ele ri – eu adoro esse seu apetite, é contagiante – ele me puxou até a cozinha e Bertha simplesmente apareceu, do nada – Eu franzi a testa me perguntando se ela estava escutando a nossa conversa, senão, de que modo ela poderia aparecer no momento oportuno. Como se pudesse ler o meu pensamento ele explica apontando para um discreto botão embaixo do balcão da cozinha – Quando precisar dela e ela não estiver aqui na cozinha basta apertar esse botão. – Eu arque