O som da chuva fina batendo na janela foi a primeira coisa que Chiara escutou. Ainda de olhos fechados, ela sorriu ao sentir o toque suave de dedos passeando por suas costas, desenhando caminhos invisíveis na pele quente.
— Você sempre acorda assim, quietinha? — a voz de Aki soou baixa, rouca de sono, tão próxima que ela podia sentir o calor da respiração dele em seu pescoço.
— Estou processando... — murmurou, abrindo os olhos lentamente, sem querer encarar o mundo de vez.
Aki riu baixinho e se