Amanda
Tentava puxar o ar pelo pulmão, sentindo o nervosismo. André estava em pé na minha frente, encarando meu rosto, sua expressão era de ódio e raiva, mistos sentimentos. Levei minha mão novamente até meu rosto, enxugando minhas lágrimas novamente.
Muralha deu um última olhada, dando as costas pra porta.
— Você é um escroto as vezes — murmurei baixo, ele parou antes de chegar até a porta, voltando a me encarar.
Muralha: O que mais que sou? Escroto, mentiroso, falso, o que mais, Amanda? Manda