Miguel me disse que eu não precisava ter medo, que eu podia confiar nele. E pediu-me para que eu desse a mão para mim, dei a mão pra ele que me segurou e pediu para o policial algemar nós dois. A princípio não entendi o que ele pretendia fazer, mas eu precisava confiar nele. Afinal eu não tinha outra escolha. Ele agindo como advogado pediu para que o carro da polícia que nos conduzisse fosse à frente, e as outras viaturas fossem atrás. O policial que não fazia ideia de quem estava incorporado n