— Ele não aceitou, né? — perguntei para ela, já sabendo muito bem qual vai ser a sua resposta.
— Não, e ele mandou você atender os telefonemas dele para que vocês possam conversar — Lia falou enquanto xingava ele de todos os nomes possíveis.
— Eu não tenho nada para conversar com ele — digo, começando a ficar um pouco nervosa.
Ela e a minha mãe chegaram mais perto, preocupadas com o meu estado.
— Pense no seu bebê e fique mais calma — Lia falou, me olhando com preocupação pelo meu estado.