Alana apertou a mão dele ainda mais forte.
— O que... você quer dizer?
— Irmã, estou com tanta dor.
Edgar apertou a mão dela fracamente, com o rosto abatido.
— Quando fecho os olhos, tudo o que vejo é aquela pessoa estendida em uma poça de sangue.
De repente, ele puxou a mão para trás e bateu com ela na própria cabeça.
— Eu mereço morrer! Por que saí naquele dia? Se não fosse por mim, ela não estaria morta!
Alana levantou-se rapidamente e agarrou os pulsos dele com as duas mãos, mas os moviment