Tua boca é isqueiro e meu corpo um barril de pólvora”.
César Medeiros
Em seu olhar havia uma mistura de curiosidade e ao mesmo tempo, medo. Naquele momento, tudo só dependeria da sua escolha, seguir adiante ou eu a deixaria livre, pois, seria em vão lutar contra alguém que não estava disposta a se entregar ao desejo carnal, aos prazeres que podem levar os nossos corpos ao êxtase devastador e ter a sensação de serem consumidos pelas chamas que ardem à pele.
Todavia, uma corrente de eletricidade