EZRA D'ARTAGNAN
O tempo parecia se arrastar enquanto eu permanecia sentado na poltrona, a escuridão da noite lá fora começando a envolver a casa. A única fonte de luz era o outro cigarro que eu mantinha entre os dedos, sua brasa brilhando no ritmo das tragadas que eu dava, cada uma acompanhada por uma exalação lenta de fumaça, mesmo que a raiva e a frustração continuassem a arder silenciosamente dentro de mim.
Os acontecimentos recentes tinham me deixado em um estado de alerta constante, mas eu