Pétalas dançavam no ar do lado de fora, delicadamente caindo sobre o chão de concreto. Eram folhagens secas, agitadas pelo vento suave que logo as varria para longe, como se o mundo as rejeitasse.
No interior de uma sala sombria, um homem enigmático desfrutava desse espetáculo repetitivo. Ele segurava um cigarro entre os dedos, deixando o fumo se desfazer no espaço gelado proporcionado pelo ar condicionado. Cada tragada era como uma pequena pausa na sua mente atormentada.
Os pensamentos da noit