— Mamãe, eu estou bem — resmunguei pela milésima vez, bebericando o chá horrível que ela havia colocado na minha frente, me obrigando a bebê-lo.
Era a segunda vez naquele mês que eu tinha uma enxaqueca que me fazia querer arrancar os olhos. Assim que deixei o ateliê, alguém avisou dona Rosa, com toda a certeza. Ela chegou pouco depois de mim, com uma expressão nada boa.
Conseguia sentir sua crítica enquanto ela andava pela cozinha fazendo o chá, mesmo sem dizer uma palavra.
— Não, você nã