Alexander
O relógio marca sete e quinze quando estaciono em frente ao prédio de Isabella.
Cheguei cedo outra vez.
Não porque ela pediu.
Nem porque Oliver costuma descer antes do horário.
Cheguei cedo porque ainda estou aprendendo que esperar por alguém pode ser tão importante quanto encontrá-lo.
Desligo o motor e permaneço alguns segundos observando o movimento da rua. Uma senhora passeia com um cachorro pequeno. Um entregador estaciona a bicicleta na esquina. A padaria do outro lado da avenida