Capítulo 11. Murilo. Ela se foi.
Parei o meu carro em frente à casa da minha ternura e caminhei até a porta. Bati a porta..., bati de novo e novo e de novo, mas nada. Chamei pelo nome dela e nem assim ela respondeu. Fiquei quase meia hora batendo em sua porta sem ter resposta, até que uma senhora chegou perto de mim e com uma simples pergunta, pareceu que adagas foram lançadas e que o alvo era meu coração.
— Você é parente da mocinha que morava aí? — Ela perguntou com a voz tremula.
— Como assim morava? Ela se mudou quando? Se