O sol da manhã entrava timidamente pela janela, iluminando o quarto onde Cassie ainda dormia. Seu corpo se acomodava contra o peito de Mason, que respirava lentamente, mas mesmo em sono, ele tinha um braço firme em sua cintura.
Quando se mexeu, um calor incômodo percorreu sua pele. Um arrepio a fez erguer a mão e tocar a base do pescoço, onde o tecido da camisa grande do beta não cobria mais. O toque encontrou a mordida, úmida, ainda sangrando um pouco, os sulcos dos dentes de Mason gravados na pele.
Ela abriu os olhos, surpresa. O coração acelerou. A ardência era intens, como se queimasse. Cassie fechou os olhos, respirando fundo, tentando processar a mistura de choque, excitação e receio.
Afastou o braço dele com cuidado e pulou da cama para o banheiro. Estava assustada, aquilo não podia ser o que estava pensando. Colocou o cabelo de lado e encarou o próprio reflexo no espelho com espanto.
Era uma marca, grande e vermelha, ainda estava úmida e sem sinal de que cicatrizaria tão ce