O sol da manhã entrava timidamente pela janela, iluminando o quarto onde Cassie ainda dormia. Seu corpo se acomodava contra o peito de Mason, que respirava lentamente, mas mesmo em sono, ele tinha um braço firme em sua cintura.
Quando se mexeu, um calor incômodo percorreu sua pele. Um arrepio a fez erguer a mão e tocar a base do pescoço, onde o tecido da camisa grande do beta não cobria mais. O toque encontrou a mordida, úmida, ainda sangrando um pouco, os sulcos dos dentes de Mason gravados na