O silêncio que ficou na sala depois da pergunta de Daiana era quase palpável.
Ana segurava a barra da blusa buscando alguma estabilidade emocional. Alexander estava recostado no sofá, com a mão sobre o rosto, como se estivesse tentando reunir paciência suficiente para sobreviver à própria mãe.
Daiana, no entanto, parecia absolutamente confortável.
Sentada na poltrona, com as pernas elegantemente cruzadas, ela observava os dois com uma expressão de curiosidade tranquila, como se estivesse assist