Como relatado, se existe um casal nota mil — que quase nunca é mencionado — é esse. Nada tóxico. Nada de dependência. Da parte dela, principalmente.
— Oi… como vai, sumida? — Jhanson perguntou, com um sorriso contido, misto de saudade e provocação.
Merly levantou o olhar devagar, sem pressa.
— Sumida não. Ocupada, — respondeu, firme, quase defensiva.
Ele se aproximou e a envolveu em um abraço espontâneo. Merly não recuou. Apenas beijou o canto da boca dele, rápido, sem se entregar demais.