Átila perdeu o garoto a quem amava profundamente — aquele com quem sonhava dividir a vida, construir um futuro, talvez até um lar cheio de planos simples e promessas silenciosas.
A perda veio de forma abrupta, cruel, como um corte seco no meio de tudo o que ainda estava sendo escrito. O luto não foi apenas dor: foi ausência constante, foi aprender a respirar em um mundo onde ele já não existia. Foi duro, longo, cheio de recaídas silenciosas e noites em que o silêncio gritava mais alto que qual