Ponto de vista: Eron
Tô no escritório de novo, tentando fingir que minha vida é só papelada e não um campo minado emocional com contrato de casamento, irmão idiota e companheira problemática no centro, quando batem na porta com aquela urgência que nunca traz coisa boa.
“Entra”, falo, já cansado antes de saber o que é.
Um guarda abre a porta meio ofegante, cheiro de adrenalina chegando antes da frase, o uniforme meio torto, como se tivesse vindo correndo do outro lado da mansão.
“Majestade”, ele