POV Aisha
O relógio digital no criado-mudo marcava quatro e meia da manhã. A insônia cobrava seu preço, mas o sono era um luxo que minha mente recusava a me conceder.
A lembrança daquela madrugada trágica na emergência em Chicago ainda fazia meu peito arfar, mas uma dúvida persistente começou a martelar no fundo da minha memória.
Eu sabia o que acontecera comigo naquela noite. Sabia do desespero de ver minha mãe entre a vida e a morte, da dor sufocante ao ouvir Tyler dizer que o projeto era