O hospital estava mergulhado em um silêncio opressor, interrompido apenas pelo som constante dos monitores e o movimento frenético dos profissionais de saúde.
As paredes brancas, normalmente tranquilizadoras, pareciam agora uma prisão de frieza e incerteza.
O ar estava pesado com a tensão, e a luz fluorescente criou um ambiente impessoal, implacável.
Lucian estava deitado na cama de hospital, seus traços faciais agora pálidos e suas feridas visivelmente graves.
Os médicos, com expressões som