A porta do quarto se fechou com um clique suave, quase imperceptível, mas que soou como um trovão no silêncio que ele deixou para trás.
Fiquei caída sobre os lençóis bagunçados, com o corpo ainda trêmulo e a pele queimando onde o sêmen dele esfriava lentamente contra a minha barriga. O teto do quarto parecia girar devagar. O som da chuva caindo lá fora e o odor do sexo misturado ao perfume amadeirado dele ainda impregnavam o ar, tornando impossível fingir que tudo aquilo não passava de um delí