POV: Angel
— André…?
O nome escapou da minha garganta num sopro fraco. Por um segundo, tive a impressão de que meu coração simplesmente tinha parado dentro do peito.
Ele estava ali.
Depois de seis meses.
Ali.
Sentado diante de mim naquela cabine escura, me encarando como se também não acreditasse no que estava vendo.
A bandeja ainda girava no chão depois da queda, os copos espalhados perto dos meus pés, mas eu mal conseguia ouvir o barulho. Tudo parecia distante. Abafado.
Só existiam aq