Eu giro no lugar e avanço em direção à porta, mas Diogo me puxa de volta antes que eu a alcance. Tento me soltar e rosno baixinho para ele:
— Me solta.
Ele não pode continuar me manipulando desse jeito. Aqui, eu sou a Alfa, e ele, apenas um convidado. Esta é o minha Matilha. Uma Matilha pelo qual eu sangrei e suei.
— O que você vai fazer, ir atrás dela? — Ele rosna de volta para mim.
— Absolutamente. — Retruco.
— Você não está pensando direito. Está deixando sua raiva tomar conta de você... — Di