Capítulo 73 – A Última Porta
A pequena luz verde permaneceu acesa.
Ninguém se atreveu a tocar na porta.
O silêncio parecia carregar o peso de vinte e cinco anos de espera.
Arthur aproximou-se lentamente.
Passou os dedos sobre a madeira escura.
A inscrição permanecia ali.
"A Verdade Final."
Ele respirou fundo.
— Minha mãe dizia que a verdade sempre liberta.
Álvaro respondeu em voz baixa.
— Às vezes, ela também machuca.
Arthur voltou-se para ele.
— Mesmo assim, prefiro viver com a verdade do que