Senti meu estômago embrulhar e a visão ficar ofuscada, como se uma luz muito forte atingisse meus olhos. Ouvi o grito de Aimê, me dando em conta que eu segurava tão forte a mão dela que a estava machucando.
Mesmo sem raciocinar direito, soltei-a, incapaz de sequer ver o que eu havia lhe causado.
- Olhe nos meus olhos! – Ouvia a voz dela ao longe, doce, fraca, meiga, tentando me chamar de volta.
Minha cabeça começou a latejar e eu sentia cada batida do coração dentro da minha mente. Senti os láb