Ele estava sentado à beira da montanha, com os pés suspensos, fitando o horizonte à frente. Era o mesmo homem, ou deus, que havia encontrado há pouco tempo. Trajava sua armadura gravada de folhas e deixava os longos cachos soltos ao vento, seus olhos casavam com a cor dos céus, cheios de melancolia.
— Onde está Luxord? — perguntou o rapaz. — Veio para me buscar?
— Acalme-se, garoto. Uma pergunta de cada vez, por favor. — Samhain chegou para o lado, dando espaço para que se sentasse próximo a