Nina
— Deixe-me cuidar de você — peço surpreendentemente calma.
— Nina, eu não sou uma boa companhia pra você agora.
— Por quê? — Ele puxa a respiração como se puxasse um vendaval de dentro de si.
— Porque a minha vontade agora é de gritar e de esmurrar alguém. Eu quero a destruição e não importa quem estiver no meu caminho. — Sua voz fria como um iceberg e dura feito rocha faz o meu coração se comprimir e mesmo receosa, ouso perguntar:
— E foder?
— O quê? — Ele parece confuso.
— Foder sempre