Geovana
A cada momento que passava sentia que minhas forças diminuíam e as chances de sobreviver eram mínimas. Não conseguia distinguir se era dia ou noite presa naquele barraco nojento. Não tinha janela, somente uma porta e uma cadeira velha. Eu ainda estava com pés e mãos amarrados, impossibilitando qualquer tipo de tentativa de fuga. Aqueles desgraçados não me soltaram nem por um segundo, com certeza já sabiam do que eu seria capaz. Estava com fome, com sede, frio, mas nada se comparava com