Durante muito tempo, achei que conhecia cada versão de Hina.
Eu conhecia a menina que corria pela casa procurando por mim quando perdia um brinquedo.
A criança que fazia perguntas sobre tudo.
A garota que guardava folhas, pedras e desenhos como se cada pequena coisa tivesse uma história importante.
Mas, conforme os anos passavam, percebi que algumas fases não eram tão fáceis de acompanhar.
Porque crescer não acontecia apenas quando alguém ficava mais alto ou quando uma roupa deixava de servir.